No
segundo dia do Focult (28 de novembro), realizado no Ifal campus Palmeira dos
Índios, o professor de geografia Claudionor Oliveira ministrou uma oficina
sobre resíduos sólidos durante o período vespertino.
Todos
os dias milhões de lixos são produzidos mundialmente. Entretanto, será que as
sociedades estão preparadas para lidar com estes desperdícios? Infelizmente,
boa parte não. A cultura, sobretudo no Brasil, se resume a não reutilizar o que
consumimos. Embora nos últimos anos tenha ocorrido um significativo
desenvolvimento com relação ao hábito do descarte, os lixões ainda estão presentes
e afetam diariamente a vida humana e ecológica.
No
Brasil, os aterros sanitários têm sido vistos como fonte amenizadora do
problema. Porém, alguns países europeus apostam na incineração, processo que
feito corretamente torna-se bastante confiável. Contudo, independentemente dos
meios escolhidos para eliminar os resíduos sólidos ainda necessita-se
reutilizar aquilo por nos consumidos, inclusive algumas empresas tem políticas
interligadas ao bom descarte do lixo.
Além
destes temas polêmicos e em constante discursão, Claudionor abordou a respeito
do necrochorume, assunto da sua atual pesquisa. Já parou para pensar quais
efeitos dos cemitérios no ambiente? Estes são responsáveis pela contaminação de
cacimbas e plantações próximas ao “campo-santo”. Uma das soluções é a cremação,
que apesar de ser vista como adequada para a
natureza é renegada pelos valores inseridos em diversas culturas ao
longo dos séculos.
A
oficina durou pouco mais de uma hora e mesmo tendo contido um número reduzido
de participantes foi proveitosa e inesquecível. Ofereceu uma matéria de
importância a todos os seguimentos da sociedade. Afinal, é nossa
responsabilidade cuidar daquilo por nós consumidos. Desde uma atitude simples,
como reutilizar o pote de sorvete, até mais grandiosas devem se tornar parte da
vida de cada cidadão.

Nenhum comentário:
Postar um comentário